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Qualidade de vida no trabalho: por que e quando investir? Confira o case da HDI Seguros.
Qualidade de Vida

Qualidade de vida no trabalho: por que e quando investir?

Em um mercado competitivo, não é incomum o colaborador se sentir pressionado a obter um resultado cada vez melhor. No entanto, se não houver um equilíbrio entre produtividade e qualidade de vida no trabalho, em longo prazo surgem problemas físicos e mentais que prejudicam o desempenho e a própria saúde do indivíduo.

Pensando nisso, muitas empresas têm criado iniciativas para ajudar seus funcionários a adotarem hábitos saudáveis. Programas de ginástica laboral, incentivo à prática de exercícios físicos, orientações sobre alimentação, preocupação com a ergonomia e soluções que aliviam o estresse estão entre essas ações.

Neste post, vamos compartilhar uma dessas experiências. Mostraremos como a HDI Seguros criou um projeto abrangente. Ficou interessado em saber mais sobre a iniciativa e seus resultados? Confira o post!

Gestão de pessoas na HDI: qualidade de vida além do trabalho

Quando se fala em qualidade de vida no trabalho, muitos profissionais de Recursos Humanos pensam em iniciativas que se restringem à companhia. Naturalmente surgem ideias como programas de ginástica laboral, gestão do clima organizacional, entre outros.

Na HDI, esse conceito é um pouco mais abrangente. Jaqueline Garutti, analista de Recursos Humanos da empresa, compartilhou essa visão conosco por meio de uma entrevista. Segundo ela, a companhia entende que:

antes de ser um profissional, o colaborador é um indivíduo com necessidades físicas, mentais, sociais e financeiras.

Portanto, é fundamental que a empresa se preocupe em equilibrar o bem-estar do funcionário com a melhora em sua performance e resultados. Para isso, a HDI criou o programa “Fique Bem”. Trata-se de uma gestão integrada dos aspectos físico, alimentar, mental, social, financeiro e profissional.

Jaqueline destaca que:

a intenção é buscar o equilíbrio do bem-estar e o aumento da performance profissional. Quando uma pessoa está bem, ela consequentemente traz bons resultados no trabalho.

Ações de qualidade de vida no trabalho: por onde começar

Porém, para as empresas que estão começando a pensar em iniciativas para melhorar a qualidade de vida no trabalho, nem sempre é fácil iniciar um programa tão abrangente. A HDI, por exemplo tem um projeto bastante flexível, que não segue um planejamento anual, mas que funciona muito bem. Segundo Jaqueline,

a cada mês podemos incorporar ações de acordo com engajamento, disponibilidade de parceiros etc. Ou seja, a gente pode mudar todo mês e fazer alguma experiência que traga resultado concreto e que tenha adesão.

Com essa flexibilidade, o programa da HDI se torna muito mais dinâmico. De acordo com o engajamento das pessoas, a disponibilidade de parceiros e as necessidades apontadas no levantamento, a equipe propõe ações diversificadas. As mudanças constantes não dão espaço para a monotonia e é possível atender às expectativas de grupos completamente distintos.

Em determinados momentos, a HDI fez uma experiência oferecendo aulas de yoga e ginástica funcional. Atualmente, a tendência é iniciar o programa de ginástica laboral. A massagem tem sido repetida todas as semanas devido à enorme adesão dos colaboradores. O que determina a continuidade é o resultado concreto e o envolvimento dos participantes.

Mas por onde começar? Essa é a pergunta de muitos gestores de RH. Novamente, Jaqueline Garutti dá uma dica valiosa:

comece pelas principais necessidades dos seus colaboradores. Segundo ela, se a empresa já oferece um plano de saúde aos funcionários, o índice de sinistralidade é um bom indicador.

Se o índice de sinistralidade, que mostra o quanto os funcionários estão utilizando o convênio, está muito alto, esse é um sinal de alerta. O ideal, nesses casos, é identificar quais são os problemas de saúde mais frequentes e que geram um grande número de atendimentos. Na HDI, esse foi o procedimento para criar um programa efetivo.

Aqui, o nosso ponto de partida foi a sinistralidade. Nós fizemos o levantamento das principais doenças, das principais utilizações do nosso plano de saúde. A partir disso, começamos a elaborar ações com nossa parceira de convênio médico, afirma Jaqueline.

Bem-estar no ambiente de trabalho: ações possíveis

Depois desse diagnóstico inicial, a empresa pode começar a planejar suas ações. Se as principais causas de problemas são dores na coluna e pescoço (a maior razão para afastamento do trabalho), por exemplo, é possível desenvolver programas de atendimento ergonômico.

Algumas possibilidades são a implantação de ginástica laboral, academia corporativa, incentivo à prática de atividades físicas. Também não podemos esquecer que muitas vezes é necessário fazer alterações ergonômicas no ambiente de trabalho. Afinal, o mobiliário e posição dos colaboradores diante dos equipamentos podem comprometer a saúde postural.

Porém, se as principais causas de atendimento dos funcionários no plano de saúde estão relacionadas à saúde mental, outras ações podem se tornar prioritárias. Para implementar programas voltados à saúde mental, como programas de gestão e controle do estresse, é fundamental mapear os fatores de risco psicossociais, como eles afetam a equipe, impactam no bem-estar e na produtividade dos colaboradores.

Na HDI, por exemplo, algumas das soluções oferecidas são a ginástica laboral, sala de descompressão, massagem e participação em projetos sociais.

Atenção ao bem-estar do colaborador: resultados

Jaqueline ressalta que, a partir da implementação do programa “Fique Bem”, houve uma melhora na saúde dos colaboradores, no clima organizacional, redução de absenteísmo e do estresse. Ela também aponta que esse tipo de iniciativa beneficia a imagem da HDI diante dos funcionários e seu círculo de influência.

A adesão dos colaboradores é outro ponto que vale a pena destacar. Por isso, o programa prioriza as atividades que eles valorizam. A massagem, por exemplo, passou a ser oferecida com maior frequência, porque os resultados foram quase que imediatos.

Entre os principais benefícios do programa, a profissional destaca:

a melhora da saúde, do clima organizacional, diminuição do estresse e o trabalho da imagem da HDI junto aos colaboradores.

O que a HDI percebe hoje é que seus colaboradores têm orgulho de dizer que trabalham em uma empresa que promove ações para melhorar sua qualidade de vida. Além do aumento da produtividade, esse sentimento é essencial para produzir engajamento, reter talentos e até mesmo tornar a companhia ainda mais atrativa para outros profissionais do mercado.

De acordo com Jaqueline,

o que a HDI quer é que o colaborador, além de ter sucesso profissional, também atinja sua plenitude no que se refere à qualidade de vida. Que ele tenha condições de investir em sua saúde física e mental. Afinal, quando uma pessoa está bem, ela consequentemente tem um desempenho melhor no trabalho e traz resultados.

Entendeu por que é importante melhorar a qualidade de vida no trabalho e como começar a investir? Quer ajuda para identificar quais são as ações prioritárias para seu quadro de colaboradores e algumas das alternativas para atender a essas necessidades?

Então, não perca tempo! Converse com a nossa equipe agora mesmo e tenha a ajuda de especialistas para desenvolver e implementar seu projeto. Aguardamos seu contato!