Descubra qual é a relação entre cultura organizacional e liderança

Liderança
Por: admin

Em qualquer negócio, independentemente do ramo de atuação, a produtividade é indissociável do ânimo dos funcionários. Por isso, a cultura organizacional e liderança devem se preocupar em manter os colaboradores desafiados e incentivados em suas funções, a fim de criar um ambiente propício ao desempenho das atividades.

Parte de uma cultura organizacional eficiente envolve uma liderança que exerça influência positiva sobre toda a equipe. Mas, afinal, o que um líder pode fazer para manter a motivação do time e otimizar os resultados da companhia? Descubra no post de hoje!

A importância da motivação

Se o time de colaboradores não está motivado, toda a cadeia produtiva sai prejudicada. Além disso, um ambiente de trabalho em que as individualidades não são valorizadas está sujeito ainda a outros problemas.

Altos índices de evasão no quadro de funcionários, gastos com recontratações e o comprometimento da saúde do time de colaboradores são alguns dos transtornos que a sua companhia pode enfrentar se não investir em liderança.

Isso porque a desmotivação sistêmica que pode acontecer em uma organização não depende dos indivíduos. Ela é, na verdade, uma resposta à cultura organizacional que não se preocupa em incentivar seus membros. E qualquer empregado está sujeito a essa baixa na motivação, que pode diminuir absurdamente a taxa de retenção de funcionários.

Assim, ao analisarmos a cultura de uma empresa fica óbvio que a liderança está em par com a criação, a formação e com a evolução dos princípios organizacionais. Também é evidente que qualquer falha no funcionamento da cultura empresarial está ligada às atitudes do gestor.

A liderança a favor da cultura organizacional

A cultura da organização é criada pelas ações dos líderes. Se os princípios estão se mostrando disfuncionais, a liderança é o caminho para ajudar o time a desaprender certas suposições culturais ineficientes e absorver padrões novos.

Do contrário, sem a figura de um líder que centralize a equipe, os setores não conseguem se adaptar às mudanças necessárias. Assim, os mesmos valores antiquados continuam a se perpetuar, e a companhia não se adapta a novas condições estratégicas.

Ora, continuar com os mesmos posicionamentos diante de um mercado que está em constante evolução é um erro fatal. Tempos tecnológicos como estes exigem fluidez nas informações, agilidade nos processos e capacidade adaptativa. Essas são as características essenciais que fazem uma boa liderança.

O líder moderno deve estar habilitado a identificar problemas, ter insights da cultura e dos pontos que demandam otimização. Mas, de fato, não é fácil desenvolver tais habilidades. Para ter uma percepção das amplitudes possíveis quando se está na posição de gestor, o profissional tem que estar ciente das suas próprias fraquezas e conhecer limitações e talentos de seu time.

Assim, mantendo abertos os canais de comunicação com os colaboradores, o gestor identifica o que cada um deles necessita para se manter empenhado nas atividades.

O que faz uma boa liderança

Já deu para perceber que o líder exerce uma forte influência sobre o sucesso da organização, certo? Tendo em vista que é a figura central, responsável por conduzir o time rumo ao sucesso, é hora de pensar sobre as melhores práticas para se tornar um líder eficiente — e não apenas um chefe.

Chefe e líder são termos que podem parecer sinônimos à primeira vista. Mas não são. O primeiro ocupa um cargo designado e costuma ser autoritário, com relacionamento distante dos funcionários. Ele delega obrigações, e é uma figura pouco interativa.

Já no segundo caso, temos um incentivador da equipe. É com seu apoio que cada membro da equipe vai expandir seu potencial produtivo e encontrar a saída para manter a motivação sempre alta. E, nesse sentido, algumas dicas podem ajudar!

1. Dar feedbacks individuais

Os gestores que não interagem com sua equipe ou não fornecem um retorno sólido sobre as ações dos colaboradores são diretamente responsáveis pelas baixas nos índices de produção.

Logo, é essencial que aquele no posto de liderança se ocupe em dar feedbacks constantes para cada funcionário, elencando os pontos que merecem atenção por apresentarem baixo rendimento e aqueles aspectos em que o time está trabalhando bem e merece reconhecimento.

Sem isso, os colaboradores sentem que são lidos como um simples número por quem está mais acima na pirâmide hierárquica. Promovendo uma mesa redonda com os parceiros de trabalho, o gestor ganha união com o grupo e mantém a cultura organizacional em seu melhor funcionamento.

2. Desafiar a equipe

Se há uma boa comunicação entre o gestor e o time, é possível reconhecer as capacidades, os pontos altos e as pendências de desempenho de cada membro com quem se divide o ambiente de trabalho.

E, detendo tais dados nas mãos, o bom gestor pode desenvolver as habilidades da equipe por meio de pequenos desafios diários.

Os valores empresariais estarem na visão do líder, mas ele não pode deixar de dar espaço para o crescimento individual. Assim, propor novas atividades todos os dias e permitir que cada colaborador apresente o que sabe fazer de melhor em prol do desempenho da equipe mantém todos mais motivados.

3. Saber ouvir

O chefe tradicional, muitas vezes, peca por não abrir o diálogo com a equipe. Essa ideia de um gestor que delega tarefas sem relacionar-se diretamente com os funcionários é arcaica e precisa de revisão.

Para haver sinergia no ambiente organizacional, todos precisam estar à vontade para expor suas impressões e opiniões. Desse contato podem surgir grandes ideias, relevantes para a otimização do potencial de todo o grupo.

4. Promover o autoconhecimento

Motivar é uma tarefa que depende do líder? Dentro de uma empresa, podemos dizer que sim — o gestor tem papel fundamental nas taxas de desempenho de seus parceiros. Porém, parte desse estabelecimento de uma cultura motivacional ainda depende do time.

Para que os funcionários sejam capazes de manter o foco diante das tarefas, a cultura da empresa precisa incentivar o autoconhecimento. Não só a liderança deve conhecer os pontos fortes e fracos da equipe, mas também a própria equipe.

Mas como promover esse autoconhecimento? Por meio de feedbacks honestos e detalhados com os funcionários; do estabelecimento de metas reais, capazes de desafiar a equipe sem transpor sua capacidade produtiva; e de uma rede de comunicação em que todos possam fazer suas colocações e discutir suas habilidades.

Enfim, gostou de saber como a liderança de qualidade mantém a cultura organizacional em funcionamento? Agora, para continuar por dentro de mais dicas valiosas, assine nossa newsletter e receba nossas atualizações!

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