Doenças crônicas: entenda como as empresas podem preveni-las

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Categoria: Saúde

Todos corremos um grande risco de desenvolver doenças crônicas. Estão cada vez mais presentes, sobretudo por serem resultado da forma como vivemos em sociedade. Além das doenças transmissíveis, como a AIDS, podemos reuni-las em outra categoria chamada “doenças crônicas não transmissíveis” DCNT. 

São exemplos dessas, as doenças cardiovasculares (DCV), respiratórias, diabetes, obesidade e o câncer, sendo importante conhecê-las. Mas por que as empresas devem se preocupar em prevenir as doenças crônicas e estimular o seu controle?

Neste artigo, vamos abordar o conceito de doenças crônicas, suas causas e diferenças em relação às de tratamento emergencial. Também vamos mostrar o cenário atual dessas enfermidades, os principais tipos e como as empresas podem contribuir para a prevenção. Boa leitura!

O que são doenças crônicas?

Antes de tudo, é importante saber o que são doenças crônicas. De maneira simples, podemos dizer que é aquela que tem um desenvolvimento longo, instala-se gradativamente e não apresenta cura definitiva. Os tratamentos, em geral, consistem em reduzir os sintomas envolvidos quando se manifestam e que, por sua vez, costumam ser recorrentes.

Pessoas com doenças crônicas devem investir, em especial, na qualidade de vida. Além disso, deve-se considerar que a maioria desses tipos de doença é constituída por doenças multifatoriais.

Essas, por sua vez, resultam de causas variadas, com diversos fatores influenciando sua instalação no organismo. Entre os principais envolvidos, podem ser citados fatores metabólicos, genéticos, ambientais e comportamentais.

Veremos, a seguir, a obesidade, como um exemplo de doença multifatorial, a fim de esclarecer importantes aspectos da multiplicidade de fatores existentes nas doenças crônicas. Acompanhe.

Fatores genéticos

A importância da genética já está comprovada. No exemplo da obesidade, quando os pais são obesos, existe o risco de 80% dos filhos também se tornarem pessoas com sobrepeso.

Quando a obesidade é encontrada na mãe, as probabilidades são ainda maiores, porque, geralmente, é a mãe quem cuida da alimentação da família. Por outro lado, se os pais são magros, a probabilidade de obesidade na criança cai bastante, sendo menor que 10%.

Fatores comportamentais

O principal fator comportamental para essa doença é a alimentação. Assim, o padrão alimentar da família é importante na gênese da obesidade dos filhos, ainda que não existam predisposições genéticas para o sobrepeso.

Fatores ambientais

O ambiente onde uma criança se desenvolve tem grande influência na formação de seu padrão corporal. Nesse sentido, um ambiente sedentário, com o agravante de hábitos alimentares incorretos, pode ser perigoso no caso de obesidade.

Fatores metabólicos

Distúrbios metabólicos podem alterar a fisiologia do organismo e desenvolver a obesidade em uma pessoa, independentemente de outras causas. Alterações dessa natureza podem ser consequência de outros distúrbios na saúde, como os glandulares, por exemplo.

Os distúrbios nas glândulas suprarrenais podem aumentar a disponibilidade do hormônio cortisol. Do mesmo modo, o hipotireoidismo resulta na redução dos hormônios tiroxina e triiodotironina.

Nesses dois exemplos, as alterações promovem os depósitos de gordura no corpo e conduzem à obesidade. Doenças crônicas como esta trazem limitações aos colaboradores e afetam o contexto corporativo.

Quais são as causas das doenças crônicas?

Conforme já comentamos, as doenças crônicas são multifatoriais e podem, inclusive, ser hereditárias. Mas há alguns fatores que aumentam a probabilidade do desenvolvimento das chamadas “doenças crônicas evitáveis”, ou seja, aquelas que podemos evitar só com a mudança de hábitos, como o diabetes, as cardiovasculares, entre outras.

Conheça, a seguir, alguns dos principais fatores de risco.

Alimentação inadequada:

A má nutrição, que envolve o consumo de alimentos industrializados e muito gordurosos, assim como frituras e açúcar em excesso, podem contribuir para o desenvolvimento dessas doenças.

Tabagismo

O tabagismo, ou seja, a dependência do tabaco leva a diversas consequências ruins à saúde, entre elas, a maior probabilidade do surgimento de doenças crônicas;

Sedentarismo

A falta de atividades físicas prejudica a circulação sanguínea e impede o bom funcionamento do organismo, podendo ser um fator para o desenvolvimento de doenças crônicas.

Consumo excessivo de álcool

Assim como ocorre com o tabagismo, a ingestão de bebidas alcoólicas em demasia e de maneira recorrente, pode levar ao alcoolismo, outro fator que contribui para desenvolver patologias crônicas.

Estresse

Situações que envolvem constante tensão e nervosismo podem interferir na homeostase do corpo, provocando as doenças evitáveis que se iniciam com o estresse, como hipertensão.

Qual é a diferença entre doenças crônicas e as de tratamento emergencial?

A principal diferença entre as doenças crônicas e as conhecidas como de tratamento emergencial é o risco relacionado à vida. No primeiro caso, a pessoa recebe um tratamento prolongado, já nas emergências médicas, o cuidado precisa ser pontual e urgente para evitar a morte do paciente.

Isso significa que em doenças crônicas, o acompanhamento adequado aumenta as probabilidades de prolongar a expectativa de vida e proporcionar mais qualidade a ela. Mas nas emergências, com o risco de morte iminente, a atenção deve ser imediata, com um tratamento curto e efetivo.

Qual o cenário atual das doenças crônicas?

No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, as Doenças e Agravos Não Transmissíveis (Dant) são responsáveis por mais da metade do total de mortes. Em 2019, 54,7% dos óbitos registrados foram provocados por doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) e 11,5% por agravos. Também foram registrados mais de 730 mil óbitos por esse tipo de doença, dos quais 41%, representando, aproximadamente, 309 mil mortes que ocorreram de maneira prematura.

As inúmeras mudanças ocorridas no modus vivendi das populações na maior parte do mundo moderno aumentou muito a frequência das doenças crônicas, ultrapassando, mesmo, a incidência das doenças infecciosas. Os números atuais são muito grandes.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), por exemplo, existem 180 milhões de diabéticos no mundo e, até 2030, é possível que esse número mais que duplique. Além disso, 80% das mortes por diabetes ocorrem em países em desenvolvimento. São números relevantes em se tratando de uma doença crônica.

Com a mesma condição de incidência elevada, as doenças cardiovasculares (DCV) constituem a principal causa de morte global e, até o ano de 2030, quase 23,6 milhões de pessoas morrerão de DCV. Sob esse título estão doenças como coronariana, cerebrovascular, arterial periférica e cardiopatias congênitas, entre outras.

Por sua vez, a OMS também afirma que é possível alcançar uma redução de até 80% dos casos de doença cardíaca, derrames e diabetes tipo 2 por meio de dieta, adoção de atividades físicas, combate ao tabagismo e ao uso nocivo do álcool. Todos esses são fatores comportamentais.

Conjuntura nos países

A expectativa de vida nos EUA diminuiu pela primeira vez em 100 anos, causada pelas doenças crônicas (tabagismo e obesidade). Nesse país, os doentes crônicos são responsáveis por 75% dos 2 bilhões de dólares gastos com saúde no país. O custo anual com obesidade é de US$ 100 milhões, com o sedentarismo, US$ 76 milhões e com o uso do tabaco, US$ 50 milhões.

Na Austrália, o AVC é responsável por cerca de 2% dos custos com saúde. Além disso, um estudo canadense mostrou que a redução de 10% no sedentarismo no país reduziria as despesas médicas em US$ 124 milhões, por ano.

Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) tiveram como foco o HIV/AIDS, tuberculose e malária, ou seja, doenças crônicas transmissíveis. Ficaram de fora as doenças crônicas não transmissíveis.

Quais são as principais doenças crônicas?

Entre as principais doenças crônicas existem aquelas que são transmissíveis e outras que não são transmissíveis. Conheça a seguir um pouco mais sobre cada um desses grupos.

Doenças crônicas transmissíveis

As doenças crônicas transmissíveis têm origem em processos infecciosos ou parasitários. Assim, a pessoa é contagiada ou infectada por um agente etiológico que pode ser um fungo, uma bactéria, um vírus ou um parasita.

Entre as mais comuns e significativas podem ser listadas:

  • Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS);
  • Hepatites B e C;
  • Doença de Chagas;
  • Tuberculose.

Doenças crônicas não transmissíveis

As doenças não transmissíveis não estão envolvidas com agentes etiológicos, mas com acometimentos fisiológicos que progridem e podem iniciar o desenvolvimento da doença.

Entre as condições crônicas não transmissíveis mais importantes podem ser referidas:

  • doenças cardiovasculares (hipertensão, AVC, insuficiência cardíaca);
  • doenças pulmonares obstrutivas (bronquite crônica, enfisema pulmonar);
  • doenças renais crônicas;
  • diabetes;
  • câncer;
  • osteoporose;
  • obesidade;
  • Mal de Alzheimer;
  • Doença de Parkinson.

Em grande parte dos casos, as doenças crônicas não transmissíveis estão relacionadas ao estilo de vida da pessoa (fatores comportamentais). Assim, sedentarismo, tabagismo, consumo de álcool e alimentação desequilibrada estão entre os principais fatores desencadeantes.

Como as empresas podem contribuir?

As doenças crônicas estão fora do poder de ação da empresa, sendo importante realizar um monitoramento para aquelas doenças que já existem e adotar um programa de prevenção e promoção da saúde.

Como as doenças crônicas evoluem por meio de progressão lenta e, além disso, costumam ser de longa duração em suas ocorrências, acabam por comprometer a qualidade de vida dos colaboradores. Disso resultam significativas perdas de produtividade nas empresas.

Por sua vez, como se viu, grande parte dessas doenças tem origem no comportamento, isto é, nos hábitos de vida das pessoas. Por essa razão, em vez de ações de saúde isoladas, as empresas devem adotar o bem-estar como um dos principais aspectos da cultura organizacional e promover ações planejadas nessa direção.

Nesse sentido, a implantação de um gerenciamento de doenças crônicas deve ser considerada. A organização precisará realizar o acompanhamento integrado e humanizado dos colaboradores que apresentem algum tipo de doença crônica.

Para implantar esse cuidado, devem ser consideradas iniciativas como:

  • identificar e dimensionar os fatores de risco existentes;
  • mapear os casos de doenças crônicas existentes na empresa;
  • implantar políticas internas de saúde eficazes, com a oferta de APS (Atenção Primária à Saúde);
  • estruturar novos processos a serem implantados;
  • usar a tecnologia disponível;
  • manter foco na prevenção considerando a relação “atividade física e saúde

Importância de falar sobre as doenças crônicas na empresa

É fundamental falar sobre a doença crônica e enfrentar os casos na empresa. Evitar o assunto pode representar um custo altíssimo para a empresa, com o aumento do absenteísmo.

Apesar de todo o peso dos números referentes à ocorrência de doenças crônicas, ainda existe muita falta de compreensão, além de despreparo e ausência de ferramentas eficazes para lidar com o tema. É preciso aprender a conviver com o fato de um colaborador ser diagnosticado como tal.

A empresa deve estar preparada para esse enfrentamento. Mais que isso, e conforme já comentamos, deve dispor de um sistema de gerenciamento de doenças crônicas com capacidade de dialogar com os pacientes e com os colegas, além de trabalhar com vistas à prevenção.

Na cultura de saúde da empresa, deve ser estimulada a discussão e os principais cuidados, sobretudo no que diz respeito à prevenção. As principais mudanças de comportamento precisam ser motivo de explanação constante para a equipe e, particularmente, para as lideranças.

Segundo Eduardo Ferreira Arantes, em “Ciências da vida humana: conselhos e cuidados de saúde no cotidiano“, a OMS e o World Economic Forum realizaram um evento em Dalian, na China, em 5 e 6 de setembro de 2007, com objetivos globais em relação às doenças crônicas não transmissíveis.

Muitas iniciativas recomendadas estão diretamente relacionadas ao ambiente de trabalho, e destaca o referido autor delas:

  • revisar o estado atual de conhecimento para prevenção das DCNT no local de trabalho, com referência específica à dieta e à atividade física;
  • reafirmar a razão pela qual o trabalho deve ser um ambiente adequado para a prevenção de DCNT e quais intervenções são baseadas em evidências para prevenir doenças pela promoção de uma alimentação saudável e de atividade física;
  • delinear os benefícios econômicos e de custo-eficácia da prevenção de DCNT em programas de promoção da saúde abordando, especificamente, dietas saudáveis e atividade física;
  • discutir os instrumentos de acompanhamento e avaliação na prevenção de DCNT no local de trabalho que tratam de regimes alimentares saudáveis e atividade física;
  • resumir o papel dos diferentes intervenientes no desenvolvimento e na implementação de programas de prevenção das DCNT por meio de dieta saudável e atividade física no local de trabalho.

Vários anos já se passaram desde então. Na realidade atual, as doenças crônicas devem ser encaradas como um grave problema de saúde pública com responsabilidades diretas da sociedade, governos e empresas.

Quais os benefícios para as empresas que investem no cuidado?

O cuidado com colaboradores que apresentem quadros de doenças crônicas não impeditivos do trabalho, de imediato, traz dois resultados: engajamento dos colaboradores e melhoria na produtividade.

A redução de gastos com afastamentos e despesas médicas envolvidas é muito significativa quando há gerenciamento de doenças crônicas na empresa. Além disso, a imagem da companhia é aprimorada entre os colaboradores, fornecedores e clientes.

O aprimoramento da qualidade de vida no ambiente corporativo também melhora o clima organizacional, com as vantagens já conhecidas de resultados nessa área. Iniciativas que visam ao melhor bem-estar dos colaboradores têm como efeito todos ganharem. Elas são essenciais e devem ser conduzidas por parceiros especializados e experientes.

Qual é a importância do acompanhamento médico?

A consulta médica regular é importante para todos, porém para as pessoas com doenças crônicas é ainda mais necessário. Isso inclui desde casos de rinite ou sinusite até hipertensão e doenças autoimunes, como o lúpus e a psoríase, entre outras.

O acompanhamento médico é essencial, principalmente, para evitar os agravamentos, que em alguns casos, podem levar a pessoa a óbito. Dessa forma, a consulta médica é recomendada, com a regularidade indicada pelo profissional, para checar o progresso de tratamentos, verificar as condições de saúde em geral e tirar dúvidas do paciente.

Como vimos, as doenças crônicas estão presentes em todo o mundo e representam um desafio para as empresas. Nesse sentido, as organizações devem implementar ações de enfrentamento, com monitoramentos e ampla discussão sobre o assunto, a fim de preveni-las e estimular o seu controle, com benefícios para todos. Considere a expertise da BeeCorp e saiba como desenvolver o gerenciamento de doenças crônicas em sua empresa.

Essas informações foram úteis? Se gostou, compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas possam entender a importância de prevenir as doenças crônicas!

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      Autor
      Anderson Rodrigues

      Médico do Trabalho e Especialista em Ergonomia, Perícia e Gestão de serviços de saúde

      1 Comentario

      1. Oberdan Santos disse:

        Parabéns pelo conteúdo.

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